terça-feira, 19 de março de 2013

A Cultura do Slow Down que nasceu com o Volvismo.



O Volvismo é marcado pela simplicidade e ao mesmo tempo pelo grande desenvolvimento tecnológico do processo de produção, mas acima de tudo no bem estar do trabalhador, porque trabalhador tranquilo tem criatividade e é dinâmico.
Outro fator importante é o cuidado com meio ambiente, o trabalhador tem que viver em um ambiente que lhe da prazer, seja ele em casa, na rua ou na empresa.
O bem estar do trabalhador é o centro do processo de produção. Vamos DESACELERAR.

terça-feira, 12 de março de 2013

Filme indicado para os alunos do 9º ano do Colégio Rousseau

 
Charles Chaplin criava seus filmes baseados na crítica dos fatos sociais nos fazendo rir e chorar. Tempos Modernos faz a crítica do poder das máquinas sobre o ser humano, onde o pano de fundo da história é a Crise de 1930 em decorrencia da quebra da Bolsa de Valores de Nova York, o Fordismo e o Capitalismo.

segunda-feira, 11 de março de 2013

A beleza do Sol da Meia Noite e das 4:00hs da manhã


Observe o relógio marcando o tempo do movimento do Sol (Movimento aparente do Sol). O ponto mais baixo do Sol é Meia Noite.



Onde o Dia Começa? Fique sabendo das mudanças.

 Samoa salta a próxima sexta-feira para acertar calendário

Samoa vai passar da direita para a esquerda da linha do Tempo Universal Coordenado Infografia: PÚBLICO
Para todos os que vêem a sexta-feira como aquele dia interminável que nunca mais dá lugar ao fim-de-semana, as autoridades de Samoa têm uma solução: por que não riscá-lo simplesmente do calendário? Pelo menos é o que acontecerá esta semana, quando a nação insular do Pacífico puser em prática mais uma decisão radical do seu primeiro-ministro, Tuilaepa Sa’ilele Malielegaoi. Samoa vai mudar de fuso horário e, com isso, passar de um lado para o outro da linha do Tempo Universal Coordenado.
O Governo samoano quer ficar do mesmo lado do calendário que os seus vizinhos (e principais parceiros comerciais) Austrália e Nova Zelândia. “Desviar” a linha internacional da data – o que implica passar, este ano, directamente de quinta-feira para sábado – evitará desencontros entre estas nações.

Até aqui, quando Samoa estava na sexta-feira, já era sábado em Sydney e Auckland; e a segunda-feira australiana e neozelandesa calhava no domingo samoano. “Estávamos a perder dois dias de trabalho por semana”, analisa o primeiro-ministro, em declarações ao jornal de língua inglesa Samoa Observer, citadas pela CNN.com.

A decisão não está, porém, a ser recebida com agrado em todo o país, que tem 180.000 habitantes. A maioria da população, é certo, encara a coisa com a bonomia característica dos polinésios – já corre mesmo a piadola de chamar a este dia inexistente TGIF “Thank God It’s Friday” (Graças a Deus é Sexta-feira). Aliás, os samoanos já têm tradição neste procedimento: em 1892, o rei de Samoa tinha cruzado a linha internacional da data em sentido contrário, para acertar o calendário com o porto de São Francisco, EUA (nessa altura, houve dois feriados do 4 de Julho).

Mas o sector do turismo está inconsolável. Samoa era o último lugar do mundo a ver nascer o dia e onde se podia ver o pôr-do-sol, um programa aparentemente muito popular para casais em lua-de-mel. A partir de agora, o paradigma muda. Samoa será o primeiro sítio do mundo a ver o dia a nascer e a acabar. Pode não ser tão romântico, mas garante-lhe o título de primeira nação a entrar em cada ano novo. Começando já em 2012. Sem esquecer que, com a Samoa Americana a uma hora de voo e do outro lado da linha internacional, será possível comemorar o aniversário ou alguma data especial dois dias seguidos.

Esta não é a primeira decisão radical de Tuilaepa Sa’ilele Malielegaoi. Há dois anos – e numa medida bem mais polémica – os samoanos passaram a conduzir pela esquerda, para facilitar a importação de carros em segunda mão da Austrália e Nova Zelândia. Houve tumultos, protestos e até actos de vandalismo sobre a nova sinalização, mas a medida manteve-se.

Fonte: http://www.publico.pt/mundo

sexta-feira, 8 de março de 2013

HOJE 8 DE MARÇO PARABENIZO TODAS AS MULHERS COM UM POUCO DA VIDA DESSA EXTRAORDINÁRIA MULHER CAROLINA MARIA DE JESUS

 "Morreu como sempre viveu: pobre."

 Vídeo gravado em Sacramento por Sacrahome.
 
Vídeo gravado no programa Tirando de Letra pela Universidade Nacional de Brasília (UNB).
Tese de Doutorado de Germana Henriques
 
 


 Carolina Maria de Jesus
Uma mulher negra, mãe solteira de três filhos, migrante, catadora de papel que, há quarenta e cinco anos, quando ainda vivia numa das primeiras favelas da cidade de São Paulo, viu a edição de trinta mil exemplares de seu primeiro livro esgotar em três dias. Essa é a história da escritora Carolina Maria de Jesus
Carolina Cantarino
Arquivo pessoal de Audálio Dantas
O jornalista Audálio Dantas foi quem “descobriu” Carolina de Jesus ao escrever uma matéria sobre a expansão da favela do Canindé que, em meados dos anos 1960, foi desocupada para que fosse construída a Marginal Tietê. Ao conversar com os moradores, o jornalista conheceu a escritora que lhe mostrou, em seu barraco, uma coleção de cerca de 20 cadernos, recolhidos do lixo, nos quais ela registrava o seu cotidiano. Dantas convenceu a editora Francisco Alves a publicar os diários de Carolina de Jesus sob o título Quarto de despejo, referência ao modo como a escritora percebia a favela em oposição à cidade: “Quando estou na cidade tenho a impressão que estou na sala de visita com seus lustres de cristais, seus tapetes de viludo, almofadas de sitim. E quando estou na favela tenho a impressão que sou um objeto fora de uso, digno de estar num quarto de despejo”.
Quarto de despejo tornou-se um sucesso editorial, sendo traduzido em treze línguas e mais de quarenta países, vendendo cerca de um milhão de cópias em todo o mundo. Os registros diários de Carolina de Jesus iniciaram-se em 15 de julho de 1955, sendo interrompidos em 28 de julho do mesmo ano e retomados apenas em 2 de maio de 1958. O livro se encerra com um registro feito no dia 1.o. de janeiro de 1960. Mas nem o formato de diário nem a descontinuidade cronológica prejudicam a estrutura narrativa.
Mesmo com dificuldades, a escritora ainda publicou, no Brasil, os livros Casa de alvenaria (1961), Provérbios (1963) e Pedaços da fome (1963) e >i>Diário de Bitita (publicação póstuma, 1982). O historiador José Carlos Sebe Bom Meihy, durante a sua pesquisa para o livro Cinderela negra: a saga de Carolina Maria de Jesus (escrito em parceria com o historiador norte-americano Robert Levine), localizou, junto à família da escritora, uma caixa com trinta e sete cadernos que trazem poemas, contos, quatro romances e três peças de teatro. Para o historiador, esse acervo revela que os diários que fizeram Carolina Maria de Jesus ficar famosa no mundo inteiro, não representam nem de leve a essência da obra da escritora: “estamos em face de um caso único na história da cultura popular nacional, onde, na favela, uma autora semi-analfabetizada produziu uma obra que, segundo o impulso inicialmente dado, seria uma promessa de renovação de nossos critérios de definição cultural”, afirma Bom Meihy ao lamentar o esquecimento de uma escritora com uma importância singular na história brasileira.
Bitita
Eu estava com sete anos e acompanhava a minha mãe por todos os lados. Eu tinha um medo de ficar sozinha. Como se estivesse alguma coisa escondida neste mundo para assustar-me. Eu ainda mamava. Quando senti vontade de mamar comecei a chorar.
"Eu quero irme embora!
Eu quero mamar!
Eu quero irme embora!"
A minha saudosa professora D.Lanita Salvina perguntou-me: "Então a senhora ainda mama?"
"Eu gosto de mamar"
As alunas sorriram.
"Então a senhora não tem vergonha de mamar?"
"Não tenho!"
"A senhorita está ficando mocinha e tem que aprender a ler e escrever, e não vai ter tempo disponível para mamar, porque necessita preparar as lições. Eu gosto de ser obedecida! Estais ouvindo-me D. Carolina Maria de Jesus?"
Fiquei furiosa e respondi com insolência.
"O meu nome é Bitita. Não quero que troque o meu nome."
"O teu nome é Carolina Maria de Jesus."
Era a primeira vez que eu ouvia pronunciar o meu nome.
Que tristeza que senti. Eu não quero este nome, vou trocá-lo por outro.
A professora deu-me umas reguadas nas pernas, parei de chorar. Quando cheguei na minha casa tive nojo de mamar na minha mãe. Compreendi que eu ainda mamava porque era ignorante, ingênua e a escola esclareceu-me um pouco.
Minha mãe sorria dizendo:
"Graças a Deus! Eu lutei para desmamar esta cadela e não consegui. A minha mãe foi beneficiada no meu primeiro dia de aula. Minha tia Oluandimira dizia:
"É porque você é boba e deixa esta negrinha te dominar."
(apud: BOM MEIHY, J.C. Sebe & LEVINE, Robert M. Cinderela negra. A saga de Carolina Maria de Jesus. Editora da UFRJ, 1994, p.173-174)
Para saber mais:
Carlos Vogt, “Trabalho, pobreza e trabalho intelectual”, ComCiência, Edição Violência - Faces e Máscaras, n.o. 26, novembro de 2001. - http://www.comciencia.br/reportagens/violencia/vio12.htm
José Carlos Sebe Bom Meihy, “Carolina Maria de Jesus: emblema do silêncio”, Revista USP, São Paulo, n.o. 37, 1998.

quinta-feira, 7 de março de 2013

"Que pretendes, mulher? Independência, igualdade de condições... Empregos fora do lar? És superior àqueles que procuras imitar. Tens o dom divino de ser mãe Em ti está presente a humanidade." Cora Coralina


Palavras imortais de um gênio!

Charlie Chaplin O grande ditador Outubro de 1940 Sinto muito, mas não quero ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não quero governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria apenas de ajudar: judeus, não judeus, negros ou brancos. Todos nós desejamos ajudarmo-nos uns aos outros. São assim os seres humanos. Queremos viver para o bem do próximo e não para o seu infortúnio. Por que razão nos havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Há espaço para todos neste mundo. A Terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades. O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza! Porém, perdemo-nos. A cobiça envenenou a alma dos homens, fez erguerem-se no mundo as muralhas do ódio, e tem-nos feito marchar a passos largos para a miséria e para a morte. Criámos a era da velocidade, mas sentimo-nos aprisionados dentro dela. A Máquina, que produz abundância, tem-nos deixado na penúria. O nosso conhecimento, transformou-nos em cépticos; a nossa inteligência, fez-nos duros e cruéis. Pensamos muito e sentimos muito pouco. Muito mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Muito mais do que de inteligência, precisamos de afeto e de ternura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo estará perdido. A aviação e a rádio aproximaram-nos mais. A sua própria natureza é um apelo eloquente à bondade do homem. Um apelo à fraternidade universal, à união de todos nós. Neste preciso momento a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo fora, milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas… vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir, eu digo: “ Não desesperem! A desgraça que se abateu sobre nós não é mais do que o fruto da cobiça em agonia, da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores caem e o poder que arrebataram ao povo, ao povo há-de regressar. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá. Soldados! Não vos entregueis a esses brutais que vos desprezam, que vos escravizam, que controlam as vossas vidas, que ditam os vossos atos, as vossas ideias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado e vos usam como carne para canhão. Não sóis máquinas! Homens é que sóis! E com o amor da humanidade nas vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar… os que não se fazem amar e os inumanos! Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do Homem – não de um só homem ou grupo de homens, mas de todos os homens! Está em vós! Vós, o Povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela, de a tornar uma maravilhosa aventura. Portanto – em nome da Democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um Mundo Novo, um Mundo Bom que a todos assegure uma oportunidade de trabalho, um futuro para a juventude e a segurança à velhice. É com estas promessas que gente perversa tem subido ao poder. Mas só para abusar da vossa credulidade. Não cumprem o que prometem. Nunca cumprirão! Os ditadores libertam-se, escravizando, porém, o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, derrubar as fronteiras nacionais, pôr fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um Mundo de razão, um mundo onde a ciência e o progresso conduzam a prosperidade de todos. Soldados, em nome da Democracia, unamo-nos!

Como as MULHERES comemoram seu dia pelo mundo?

http://noticias.uol.com.br/album/120308diadamulher_album.htm#fotoNav=12

domingo, 3 de março de 2013

Hoje 3 de março de 2013 comemoramos os 80 anos da Escola Coronel de Sacramento. Foi uma manha de encontros, reencontro, lembranças, emoções, lagrimas, recordações, risos, alegria, e muito mais.
Quando hoje estava ouvindo os vários educadores que nos presentearam com suas palavras carregadas de emoção fiquei imaginando, se colocarmos imagem nas palavras ditas teríamos uma grande novela da vida real, vida de sabedoria, vida de entusiasmo, vida de provações, vida de fé, vida de amor e vida de pessoas comuns com sonhos e frustrações que muitas vezes se doaram mais que podiam, não são apenas professores são amigos, mães, pais, conselheiros, psicólogos; não foram apenas alunos foram coragem, luta, descoberta e afeto.
Parabéns E E Coronel José Afonso de Almeida você que é símbolo de grandeza.
Parabéns Educadores vocês que são símbolo de lutas por uma melhor educação.
Parabéns Alunos de ontem e de hoje vocês que são simbolo de mudança e inquietação.
A Escola Coronel faz parte da história não apenas local mas de tantos sacramentanos pelo mundo todo que aqui  se fizeram Cidadãos.
Sou Professora nesta Escola com muito orgulho.
Odileia.

"Imagine que você tem uma conta bancária e a cada manhã você receba um saldo de R$ 86.400,00. Só que não é permitido transferir o saldo para o dia seguinte. Todas as noites o saldo é zerado, mesmo que você não tenha gasto tudo. O que você faria? Certamente você gastaria cada centavo.
Pois vou lhe dizer: isso não é imaginação! Você é cliente desse banco e ele se chama “tempo”.
Todas as manhãs é creditado 86.400 segundos na sua vida. Todas as noites o saldo é zerado. Não é permitido acumular saldo para o dia seguinte. Todas as manhãs sua conta é reiniciada e todas as noites, os segundos não aproveitados se evaporam! E nisso não há volta.

Como você anda gastando esse saldo que Deus credita em sua vida todas as manhãs? Temos que estar atentos à importância de cada segundo...
Quer saber o valor de um ano? Pergunte a um estudante que repetiu o ano escolar; quer saber o valor de um mês? Pergunte a uma mãe que teve seu bebê prematuramente; quer saber o valor de uma semana? Pergunte ao diretor de um jornal semanal; quer saber quanto vale uma hora? Pergunte aos namorados que estão ansiosos por se encontrar; quanto vale um minuto? Pergunte a uma pessoa que perdeu o ônibus; e um segundo, quanto vale? Pergunte a uma pessoa que conseguiu evitar um acidente e, até um milésimo de segundo tem valor... é só perguntar ao atleta que ganhou a medalha de ouro em um torneio!
Portanto: valorize cada momento que você tem.
E, lembre-se sempre: ontem é história, amanhã é mistério e o hoje é dádiva, por isso é chamado de presente!"
- desconheço o autor -